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Alunos do curso de Marketing da UVV recebem empresário em palestra sobre startups

Augusto Santo explicou para os estudante como funciona a tecnologia cervejeira da MeuChope, empresa que tem o objetivo de democratizar a cerveja artesanal no Espírito Santo


por Bruno Laurindo

Nutricionista e empresário, Augusto Sato é um dos sócios fundadores da MeuChope.com (foto: Bruno Laurindo)

Na noite do dia 08 de junho, o COO da MeuChope, Augusto Sato, participou de uma palestra na Universidade de Vila Velha (UVV). O empresário bateu um papo com os alunos do curso de Marketing. A disciplina era ‘Mercado 4.0’ e a ideia foi conectar a academia com os cases de mercado que estão presentes para desmistificar a forma de consumir trazendo novas oportunidades de negócio.

"A MeuChope veio para revolucionar a forma de como a gente consome cerveja" - Thyago de Matos. (foto: Bruno Laurindo)

De acordo com os alunos Thyago de Matos e Evellym Souza, a ideia de trazer a MeuChope foi para entender o funcionamento, a trajetória, e a expectativa da startup capixaba no mercado nacional. “Acabei de conhecer a tecnologia da meuchope. Ela veio para revolucionar a forma de como a gente consome cerveja”, declara Thyago de Matos. “A facilidade de acesso e a facilidade no pagamento é genial. Gostei muito da tecnologia”, finaliza o estudante.


Evellym Souza ficou impressionada com o autosserviço. “Achei muito bacana a questão da tecnologia e de como você consegue liberar o chope através do QR code ou da biometria e também do pagamento via pix que é uma praticidade muito boa”.



"Acredito que isso tende a fortalecer a economia como um todo". [Augusto Sato]

"Isso é uma coisa interessante para gente poder sempre estar participando e apresentando não só o modelo de negócio, mas também tudo que a gente traz como bandeira". (foto: Bruno Laurindo)

Para o COO, Augusto Sato, levar o tema para a sala de aula e apresentar a tecnologia para alunos do marketing é uma oportunidade de bons hábitos não só para esses alunos, mas também para o ambiente acadêmico.


“Acho que estar dentro de uma universidade em si é interessante porque o nosso modelo de negócio prioriza criar uma dinâmica para poder fortalecer a economia local e mostrar boas práticas para poder ter empresas entrando por esse viés”, explica Sato. “Acredito que isso tende a fortalecer a economia como um todo. Se a gente apresenta esses cases dentro de uma faculdade, a partir daí começa-se uma onda de outras empresas que apostam em produtos locais e isso pode virar uma onda”, finaliza o empresário.



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